Welcome to bugland
Quando há uns bons anos li a análise ao Gothic 3 na Mega Score, pensei que o Frederico Teixeira estava a exagerar em nome de um texto interessante e diferente, infelizmente tal não é verdade. Só joguei algumas horas mas foi mais do que o suficiente para reparar na estrondosa quantidade de bugs que interferem com a jogabilidade. É que não são simples bugs esporádicos de misteriosa teleportação para cima de postes ou para dentro de paredes. Estamos a falar de um recorrente piscar de ecrã branco que teima em causar ataques epilépticos a quem tenha coragem de o encarar, de um pressionar de uma tecla fazer com que o mundo de veja ao contrário, e uma colagem entre o céu e o mar, fundindo a água com as nuvens em forma simétrica. Meu Deus. É como ver o making of de um filme enquanto ele ainda está a reproduzir.
Como ainda joguei muito pouco não me vou alongar. Espero, no entanto, ter algum tempo para escrever qualquer coisa sobre isto em breve – de preferência com a ausência dos bugs, já que me vão arranjar os patches que supostamente resolvem tudo e mais alguma coisa.