RTSs saltam para a realidade
Mark Micire, um estudante da Universidade do Massachusetts, fez uma tese de curso interessante sobre comandar e controlar robôs através da interacção multi-toque. Mais interessante ainda, claro, foi a demonstração que ele gravou para a defender, usando, previsivelmente, a tecnologia Surface da Microsoft. É evidente que ele se baseou nas mecânicas básicas de um RTS (Real Time Strategy), mas não conseguimos deixar de imaginar como seria ver essas mecânicas realmente aplicadas no mundo real. E daí, se os conflitos passassem a ser travados por robôs, poupariam-se imensas vidas humanas.
not so serious stuff 27/08/2010
DESTAQUE:
Catherine, o primeiro jogo da Atlus em HD e assinado por praticamente os mesmos nomes de Shin Megami Tensei: Persona 4, finalmente começou a sair das sombras e está a parecer cada vez awesome. Será um jRPG dentro da onda de Persona, mas especialmente desenvolvido para adultos, com cenas destinadas a chocar tanto pelo horror como pelo erotismo. Vai sair para PlayStation 3 e Xbox 360 e já temos trailer. Can’t wait. Leia mais »
Soundbyting #1
“Another important thing [in life] is drinking alcohol. The love letters you write at night after drinking… they’re usually not that good. But you write, and when you wake up the next day and re-read them, you find there are lots of beautiful gems there, and you rewrite them.”
Tomonobu Itagaki-san (Ninja Gaiden, Dead or Alive) em entrevista à revista Edge.
Welcome to bugland
Quando há uns bons anos li a análise ao Gothic 3 na Mega Score, pensei que o Frederico Teixeira estava a exagerar em nome de um texto interessante e diferente, infelizmente tal não é verdade. Só joguei algumas horas mas foi mais do que o suficiente para reparar na estrondosa quantidade de bugs que interferem com a jogabilidade. É que não são simples bugs esporádicos de misteriosa teleportação para cima de postes ou para dentro de paredes. Estamos a falar de um recorrente piscar de ecrã branco que teima em causar ataques epilépticos a quem tenha coragem de o encarar, de um pressionar de uma tecla fazer com que o mundo de veja ao contrário, e uma colagem entre o céu e o mar, fundindo a água com as nuvens em forma simétrica. Meu Deus. É como ver o making of de um filme enquanto ele ainda está a reproduzir.
Como ainda joguei muito pouco não me vou alongar. Espero, no entanto, ter algum tempo para escrever qualquer coisa sobre isto em breve – de preferência com a ausência dos bugs, já que me vão arranjar os patches que supostamente resolvem tudo e mais alguma coisa.
Trabalhar – épica actividade consumidora de tempo
Trabalhar consome tempo. “No shit, Sherlock”, dizem vocês. Mas uma coisa é consumir 8 horas por dia, outra completamente diferente é consumir cerca 10+4 (para transportes) horas. Sim, isso dá cerca de 14 horas por dia fora de casa, a sair às 8 da manhã e a chegar às 23:30 horas.
E que faria eu se tivesse tempo?
1 – Finalmente experimentar o Gothic 3.
2 – Escrever; quer sobre videojogos, quer escrita criativa.
3 – Ajudar no Hi-Gamers.
4 – Resfastelar-me no sofá a admirar a beleza da vida numa actividade não consumidora de dinheiro (que também está em falta, já agora).
Tenho saudades de escrever sobre videojogos, e de ter tempo para actualizar um blog. Mas passo o dia todo de volta do teclado e não tenho tempo sequer para jogar, o que impossibilita um bocado as coisas. Começo a pensar se ter vindo trabalhar para um jornal diário foi boa ideia.
Em todo o caso há sempre um lado positivo, que é ver o nosso nome impresso, ou de vez em quando ouvir um elogio quando fazemos um texto bem. Só que às vezes olho para o tempo de vida que estou a perder e pergunto-me se não estarei a cavar a fossa para a minha concretização profissional e infelicidade pessoal. A vida são dois dias e dia e meio irei passar nesta redacção caso consiga ficar; mas diga-se de passagem que ficar no desemprego também não soa muito bem. Afinal de contas, morar sozinho tem as suas vantagens.
Mas sinto falta de muitas coisas.
E lá foi o mês de Maio.
Por tópicos:
- avaliação de Realização e Produção Radiofónia (uma hora de emissão) foi um desastre
- para a semana acabam as aulas
- quase não houve Fotojornalismo
- o tal projecto vai atrasadíssimo
Agora o que se segue?
Dia 21 começo o meu estágio curricular no Jornal “i” e por lá ficarei três meses. Até lá, a minha vida vai ser trabalhar no tal projecto para ver se anda para a frente, e depois disso, assim que possível, mudar-me para Lisboa.
E por agora é só.
Mês de Maio vai ser atribulado. Já tive que entregar trabalho de Foto-jornalismo e trabalho rádio (dois jingles e dois spots publicitários). Para quem nunca teve rádio é tramado. E agora tenho de começar a preparar a emissão de uma hora, o que implica escrever e gravar uma crónica, criar playlists, e praticamente viver no estúdio de rádio da escola para me acostumar com aquilo. E ainda mais o projecto que eu e duas colegas andamos a cozinhar em portas fechadas. Vai ser bonito, vai.
As minhas desculpas ao pessoal do Hi-Gamers e da Anipop, mas mês de Maio, como o de Abril, vai ser bera. De qualquer maneira é só mais um mês de aulas. Hang on.
Adeus Gonçalo + Kingdom Hearts 358/2 Days
Já saiu há algum tempo, mas aqui fica para quem ainda não viu. É uma análise pequena, também porque não tenho tido muito tempo por causa da papelada toda de ERASMUS, das notas e agora do estágio.
Uma nota especial ainda para a saída do Gonçalo Brito da Smash! e do Hi-Gamers. Caraças pá, não te podias ter aguentado um bocado? Eu quase a acabar o curso e tu sais antes de eu poder trabalhar contigo. Vai-te lixar pá!
(Mas boa sorte
)
Desfechado para trabalho
Afinal o período de trabalhos durou mais tempo que o previsto e entretanto surgiram dificuldades técnicas com a internet e electricidade e mais a papelada a tratar para ERASMUS e para o regresso e mais… Ou seja, nada de trabalho. Além disso como aproveitámos a recta final da estadia para ir ver um pouquinho da Roménia, resolvi adiar as coisas e recomeçar em força quando regressasse a Portugal e que aí então faria tudo como deve ser, sem atenuantes nem complicações por ter que dividir recursos ou por impossibilidades técnicas impostas a mim. É que em casa se houver alguma espécie de problemas eu arranjo maneira de os resolver, já por cá… É difícil, para não dizer quase impossível, já que algumas das coisas violariam as regras…
*ahem*, mas continuando, o meu ponto é que uma vez que esteja em Portugal, fica mais fácil assumir compromissos e cumpri-los.
Este post é então para anunciar que hoje é o dia em que voltarei para Portugal e que o fluxo de trabalho recomeçará. Lá tenho o inconveniente de ter aulas, mas sempre é mais fácil de coordenar as coisas e “get the job done”.
Estou também a pensar em ir fazendo outro tipo de trabalhos que muito provavelmente não servirão nem o Hi-Gamers nem a Anipop e que virão portanto apenas para estas bandas. É estarem atentos.
Bom ano novo + Dragon Age
Antes de mais, bom ano novo!
A outra residência era altamente, mas é bom estar de volta às internetes. E por falar nisso, parece que durante o tempo que estive ausente não saíram mais textos meus, no entanto, saiu já o que é a minha segunda análise, desta vez ao Dragon Age, que poderão espreitar aqui. O jogo é altamente, e verão bem o porquê da minha nota se lerem o texto.
De resto, vou estar ausente dos projectos que tenho em mãos porque a época de avaliação começou agora e tenho até 27 de Janeiro para entregar os trabalhos.